Templo da Boa Vontade: a pirâmide de sete faces aberta a todas as crenças.
Conheça o Templo da Boa Vontade, a pirâmide ecumênica da LBV em Brasília: história, o cristal de 21 kg, a Nave espiral e dicas de visita. Entrada gratuita.
Um templo erguido em tempo recorde
O Templo da Boa Vontade, também chamado de Templo da Paz, foi idealizado por José de Paiva Netto, diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). A pedra fundamental foi lançada em 27 de maio de 1986, e a obra ficou pronta em apenas 3 anos e 5 meses.
A inauguração aconteceu em 21 de outubro de 1989, com mais de 50 mil pessoas presentes. Desde 2003, a data é lembrada como Dia do Ecumenismo no Distrito Federal. Em 2008, o templo foi eleito uma das Sete Maravilhas de Brasília.

No topo de uma pirâmide branca de sete faces, na Asa Sul, repousa um cristal de 21 quilos. É ali que milhares de pessoas, de qualquer religião ou de nenhuma, vêm meditar todos os anos. Foto: Local Guides Nível 9: Lugares & Atividades.
O que ver lá dentro
O edifício tem 21 metros de altura e 28 metros de diâmetro. O coração da visita é a Nave, com o piso em espiral de sete faixas escuras e sete claras. O costume é percorrer a espiral escura, em silêncio, até o centro, sob o Cristal Sagrado.
Além da Nave, o templo tem a Sala Egípcia, espaço de meditação, uma Galeria de Arte com obras de vários países e a Fonte Sagrada, com água filtrada que os visitantes podem levar para casa.
Dica do Local Guide
Chegue um pouco antes das 18h: é quando a Pira Sagrada é acesa, todos os dias. A visita é gratuita, e o atendimento ao visitante funciona das 8h às 20h, com guias em inglês e espanhol.
Chegue um pouco antes das 18h: é quando a Pira Sagrada é acesa, todos os dias. A visita é gratuita, e o atendimento ao visitante funciona das 8h às 20h, com guias em inglês e espanhol.
Um marco para qualquer fé
Sem cobrar ingresso e sem exigir religião, o Templo da Boa Vontade é um dos monumentos mais visitados do DF. Vale a parada mesmo para quem só quer ver de perto uma das arquiteturas mais curiosas da capital.